Pros
* as pessoas que fazem parte do dia a dia * trabalho híbrido
Cons
* VR/VA abaixo da média para a região. * A empresa até contrata com salários competitivos em relação ao mercado, mas, mesmo entregando resultados consistentes, promoções e méritos dificilmente acontecem. * Mudanças constantes sem alinhamento adequado. Os colaboradores são movimentados entre áreas e lideranças sem planejamento. Passei por 5 líderes e 3 diretorias diferentes, e nenhuma dessas mudanças aconteceu por desejo meu de migração de área, mas sim pela falta de consistência estratégica da empresa. * Falta definição clara de escopo entre os níveis de cargo: colocam um analista pleno para executar tarefas operacionais simples enquanto um júnior recebe responsabilidade de construir processos inteiros do zero, sem orientação adequada. * Não importa a experiência prévia adquirida em outras empresas; para o Pravaler, o que realmente vale é apenas a experiência interna. * Existem colaboradores com mais de 10 anos de empresa ainda em cargos júnior. São pessoas que carregam grande parte do conhecimento operacional da companhia e que, caso saiam, levam consigo processos críticos — e mesmo assim não recebem o devido reconhecimento. * Lideranças extremamente despreparadas e, em muitos casos, tóxicas. Enquanto colaboradores sofrem assédio moral diário, ouvindo que “não fazem nem o feijão com arroz”, gestores são reconhecidos publicamente por resultados construídos pelo próprio time. * A empresa permite situações absurdas, como ex-lideranças realizarem avaliações de desempenho de antigos liderados via WhatsApp, mesmo já não fazendo mais parte da estrutura da empresa no momento da avaliação. * Há uma cultura de passar pano para gestões tóxicas e comentários ofensivos mascarados de “brincadeira”, sustentados pela imagem de empresa “cool” e descontraída. * O RH demonstra completo descaso com os colaboradores. Nem mesmo consegui realizar minha entrevista de desligamento, apesar de EU ter solicitado o encerramento. Fui presencialmente no último dia de trabalho para isso e a responsável informou que “não poderia fazer”. Desde então, a BP marcou três reuniões e não compareceu em nenhuma delas, sem qualquer retorno ou justificativa. Também não houve reunião de homologação. * O turnover é extremamente alto. * Existe uma prática clara de “demissão silenciosa”: colaboradores vão perdendo escopo, responsabilidades e atividades gradualmente até se sentirem forçados a pedir desligamento. Foi exatamente o que aconteceu comigo — cheguei ao ponto de não suportar mais me sentir inútil profissionalmente. * Há um enorme subaproveitamento de talentos. Profissionais qualificados e experientes acabam limitados a tarefas extremamente simples e operacionais, sem oportunidade real de desenvolvimento ou utilização do próprio potencial. * O assédio moral é frequentemente normalizado na gestão, inclusive com frases como “é só pedir demissão se não está feliz”, utilizadas como forma de pressão e silenciamento diante de insatisfações legítimas dos colaboradores.