Pros
Modelo híbrido e flexibilidade de horários + localização do escritório.
Cons
A liderança, composta pelas sócias, demonstra despreparo para gerir tanto o negócio quanto os profissionais das áreas diversas de uma marca de beleza. A estrutura familiar, por si só, não é um problema — há inúmeros exemplos de sucesso no Brasil com esse modelo. No entanto, a ausência de visão de mercado, a resistência ao diálogo e a falta de confiança nas equipes comprometem o desenvolvimento da empresa e das pessoas que trabalham nela.
A imagem pública da marca não corresponde à realidade interna. Como tudo depende da aprovação das sócias, as decisões são tomadas com base em preferências pessoais e achismos, sem embasamento estratégico ou conhecimento aprofundado do consumidor. Esse modelo de gestão já gerou impactos negativos e prejuízos ao negócio.
O ambiente de trabalho é amador, com ausência de processos básicos e falta de clareza em papéis e responsabilidades. Além disso, existe muita falta de respeito e de ética por parte das sócias, criando uma cultura que invalida ou desestimula profissionais qualificados, Quem tem perfil técnico ou visão crítica encontra dificuldade para contribuir, sendo frequentemente subaproveitado, desrespeitado ou simplesmente ignorado.