A recepcionista me conduziu até uma sala de reunião e, ali mesmo, me entregou a prova, pedindo para que eu começasse. Ela disse que, em algum momento, alguém viria conversar comigo.
A prova era composta por duas questões. A primeira pedia que eu desenvolvesse um texto sobre um dos três temas propostos, todos bastante atuais: a guerra na Ucrânia, o conflito entre Palestina e Israel ou a questão do aborto no direito brasileiro. Já a segunda questão envolvia temas jurídicos mais técnicos; embora eu não me lembre exatamente de todos, um deles era sobre as características e diferenças entre posse e propriedade.
Enquanto eu respondia à prova, dois advogados entraram na sala e passaram a fazer perguntas sobre o meu currículo, analisando ponto por ponto. Foram cordiais, mas mantiveram um tom um pouco distante. A entrevista transcorreu normalmente e, após o término, voltei a me concentrar na prova, que não tinha tempo limite para ser finalizada.
No entanto, não houve qualquer retorno por parte do escritório para informar se eu havia sido aprovada ou não.