O processo seletivo impecável, rápido, honesto, não fiquei 1 dia sem resposta ou sem saber o que aconteceria a seguir, pessoas extremamente legais e acolhedoras com quem tive afinidade imediata e mútua, >>>até que chegou na etapa com o CEO. Me deu até crise de ansiedade porque eu nunca senti tanto desconforto, intimidação e pressão em uma entrevista. De um jeito bem desnecessário mesmo, apesar de ser C-Level, founder e tudo o mais. Perguntas pessoais e invasivas, uma postura arrogante, engessada, nariz no teto e um rosto que não esboçou um sorriso. Nem um pouco de esforço pra tornar a conversa agradável. Mostrou total desconhecimento do que já tinha rolado até ali no processo seletivo. Foi muito ruim, um fiasco, show de horrores. O estilo da entrevista não refletiu a perfeição das outras, que também foram sérias e com desafios (inclusive live case) mas coesas e profissionais. A partir daí, o processo desandou, paralisou. Pra mim, zero questão em não ter aprovação, apesar do meu entusiasmo em fazer parte de um time que até aquele momento tinha se mostrado verdadeiramente flexível e saudável. Mas realmente não tinha como ter "o fit" com um cara assim. Impossível performar o potencial máximo nesse contexto também. Agora, a minha verdadeira questão foi o prejuízo emocional que essa troca me causou. Não precisava disso. Minha trajetória mostra que o problema não é falta de resiliência ou não saber lidar com contextos de estresse, muito pelo contrário. Mas passou do ponto mesmo. Seria legal essa etapa com o CEO ser revista ou talvez o outro dono tenha mais "soft skills" pra lidar com um candidato em processo seletivo, afinal, entender de recrutamento e de pessoas é indispensável pra fazer isso, ninguém é melhor que ninguém por ser dono de empresa nem pior por estar precisando de emprego.