O processo seletivo deixou uma impressão ruim. A entrevista foi conduzida de forma apressada, sem espaço para uma conversa mais genuína ou para que eu pudesse compreender melhor a cultura e os valores da empresa, que, inclusive, foram mencionados apenas no feedback negativo posterior, sem que tivessem sido apresentados durante a entrevista. Deu a impressão que a recrutadora não queria estar ali.
Senti falta de um retorno mais humano e de uma experiência mais estruturada, especialmente considerando que a avaliação final mencionou “aderência cultural”, mas não houve oportunidade real de discutir ou entender o que isso significava para a empresa.
Acredito que processos seletivos refletem a cultura organizacional, e seria importante que a AutoPass oferecesse uma experiência mais empática e transparente aos candidatos.